Qualidade para vitrines requintadas
O
negócio com a Casa Santa Luzia, que começou tímido durante a 11ª Fenadoce,
no ano passado, tornou-se promissor. Hoje, a V&N Doces produz semanalmente,
para a empresa da capital paulista, 1,5 mil unidades dos legítimos doces artesanais
de Pelotas - com qualidade e procedência. São duas entregas semanais, explica
Nunes, que já visitou a Casa Santa Luzia, onde conferiu o local de exposição
e vendas do produto.
Tratados como
jóias açucaradas, os doces de Pelotas vendidos na Casa Santa Luzia foram citados
pela Vejinha São Paulo - suplemento da revista Veja - de 11 de fevereiro deste
ano. Esta referência, segundo Nunes, já fez crescer em 20% as vendas do produto
naquele estabelecimento, com preços entre R$ 1,30 e R$ 2,50, dependendo do
tamanho.
Para atender àquele
mercado, conta o doceiro, duas receitas típicas da preferência paulistana
foram incorporadas à produção da V&N Doces. São elas a da trouxinha de
coco e a do damasco recheado - ambas adaptadas aos padrões da fábrica pelotense.
Junto com doces de Pelotas, a Vejinha divulga Pelotas como a Capital do Doce
e a cidade gaúcha que promove a Fenadoce, a maior feira do gênero no País,
realizada anualmente em junho.
(Maria da Graça Marques)
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