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Qualidade para vitrines requintadas
(Diário Popular 19/02/2004)

          O negócio com a Casa Santa Luzia, que começou tímido durante a 11ª Fenadoce, no ano passado, tornou-se promissor. Hoje, a V&N Doces produz semanalmente, para a empresa da capital paulista, 1,5 mil unidades dos legítimos doces artesanais de Pelotas - com qualidade e procedência. São duas entregas semanais, explica Nunes, que já visitou a Casa Santa Luzia, onde conferiu o local de exposição e vendas do produto.
          Tratados como jóias açucaradas, os doces de Pelotas vendidos na Casa Santa Luzia foram citados pela Vejinha São Paulo - suplemento da revista Veja - de 11 de fevereiro deste ano. Esta referência, segundo Nunes, já fez crescer em 20% as vendas do produto naquele estabelecimento, com preços entre R$ 1,30 e R$ 2,50, dependendo do tamanho.
          Para atender àquele mercado, conta o doceiro, duas receitas típicas da preferência paulistana foram incorporadas à produção da V&N Doces. São elas a da trouxinha de coco e a do damasco recheado - ambas adaptadas aos padrões da fábrica pelotense. Junto com doces de Pelotas, a Vejinha divulga Pelotas como a Capital do Doce e a cidade gaúcha que promove a Fenadoce, a maior feira do gênero no País, realizada anualmente em junho.

(Maria da Graça Marques)

 

Nice e Vitor Nunes, acompanhados do Sr. Álvaro proprietário da
Casa Santa Luzia
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